O poder das mulheres - Sentidu

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O poder das mulheres

Seminários


Si os nossos pais manifestam comportamentos não funcionais quando somos crianças, então somos vítimas. Mas ninguem nós obliga a ser vítimas toda a vida. Alguma coisa tem que acontecer para nos acordar. E quando acordamos é nossa a responsabilidade de sair do papel de vítima e nos tornar heróis .

    
O problema

Brasil: o Ligue 180 (Central de Atendimento à Mulher) com dados referentes ao período de janeiro a julho de 2018, registrou que os relatos de violência chegaram a 79.661, sendo os maiores números referentes à violência física (37.396) e violência psicológica (26.527). Entre os relatos de violência, 63.116 foram classificados como violência doméstica. (Fonte: https://www.mdh.gov.br/todas-as-noticias/2018/agosto/ligue-180-recebe-e-encaminha-denuncias-de-violencia-contra-as-mulheres)  
EUA: Quase 20 pessoas a cada minuto, são abusadas fisicamente pelo parceiro/a nos Estados
Unidos. Isso significa mais de 10 milhões de mulheres e homens em um ano, . (Fonte: NCADV)
Canadá: Em 2017 denuncias de violência informadas pela polícia canadense reportou que 59,236 crianças e jovens (de idade entre 17 e mais jovens) foram vitimas. Destes, 30% foram vitimas de violência de um membro da familia (Fonte: Family Violence in Canada: a statistical profile, 2017)  
Europa: A cada ano, nos 27 estados membros (excluida Croácia) da União Europeia, há aproximadamente 3,500 mortes por causa da violência pelo parceiro, segundo um estudo do programa europeu DAPHNE.  
Australia: Quase 1 entre 4 mulheres (23%) e 1 entre 6 homens (16%) experimentou abuso emocional pelo parceiro atual ou anterior, desde a idade de 15 anos (Fonte: ABS 2017b)


As medidas que foram tomadas até hoje contra da violência doméstica não tem resolvido o problema. Leis, punições e ajuda ás vítimas e ambientes de educação saudáveis não tem sido suficientes para garantir um mundo sem violência. A razão é que aquelas medidas não enfrentam o problema na sua raiz.  

Nós temos que entender a violência doméstica de uma maneira mais ampla, e sobretudo, mais profunda, para poder conhecer a causa dos fatores internos que fazem com que uma pessoa se torne vítima ou agressor.





    

Grande Idéia

 
É sobre mulheres, o poder das mulheres de mudar a si mesmas, de mudar as suas crianças e o mundo ao redor delas! E é sobre ajudar mulheres a entender o papel vital que desempenham.

    


A violência doméstica tem consequências na saúde fisica e mental, no comportamento, nas relações e na saúde financeira. É um problema mundial que afeta a todos, diretamente ou indiretamente. As razões do comportamento não funcional, e assim da violência doméstica, não estão nas circunstancias nas quais uma pessoa vive, mas na ausência visible o não visible de amor que compromete a maneira na qual ele o ela experimenta á realidade interiormente. Frequentemente estas razões são inconcientes, e isto faz com que libertar-se delas através do trabalho consciente, no próprio sistema de crenças, seja muito dificil.


    

A solução pela violência doméstica é simples: aprender a se amar verdadeiramente, porque uma pessoa que se ama não precisa sofrer e fazer sofrer os outros.

    


Cada pessoa leva dentro de si mesma uma herança tóxica emocional da própria familia: convicções e tendências tóxicas, traumas infatis, conflitos internos, emoções tóxicas. Tudo isso causa dinâmicas de comportamentos não funcionais. Reconhecendo o que temos herdado, podemos entender a conexão entre o passado e o presente. Então podemos agir para nos desintoxicar, mudar dinâmicas tóxicas e manifestar atitudes saudáveis.

    
Mulheres são os fatores chave em quebrar padrões tóxicos. A gravidez é o momento no qual se forma a realidade da criança. Se a mulher tem problemas infantis não resolvidos, isto comprometerá a qualidade da vida da criança. É portanto, fundamental que a mulher antes ou durante a gravidez, se liberte da herança tóxica emocional da sua familia e aprenda a se amar verdadeiramente.


Eu estava procurando alguém para me inspirar, me motivar, me apoiar, me manter focada. Alguém que me amasse, me apreciasse, me fizesse feliz e, ao fim, percebi que estava procurando por mi mesma. Emma Watson


O plano

Eu ajudarei as mulheres durante os meus seminarios, de modo que elas procurem os instrumentos certos para se libertar da herança tóxica emocional da suas familias, e lhes ensinarei uma nova compreensão do amor. Através de uma nova visão do comportamento, podemos trabalhar juntos para criar uma realidade saudável para nós e as nossas crianças.

Eu quero oferecer os meus seminarios a uma audiência quanto mais ampla possível. De comunidades a organizações, de emprêsas a escolas e universidades, eu gostaria de compartilhar com eles a minha expêriencia e conhecimento para criar juntos, um mundo melhor. Si você acha que o meu seminario possa interesar ás pessoas na sua organização, o sues colegas ou os seus alunos, por favor, entre em contato conmigo.

O meu projeito tem um impacto positivo por três razões:

  • Ele aborda a causa real do problema.
  • Ajuda as pessoas a ver as coisas como realmente são e restaura uma comunicação saudável interna na pessoa e dela com o mundo externo.
  • Trabalha na prevenção: dá a solução na realidade interna da mulher, ajundando-a resolver os seus problemas infantis, libertando-a da herança tóxica emocional da sua familia, e a ensinando a amar a si mesma.
    
Porque eu?

Eu foi vítima da violência doméstica e tendo isto como exemplo, cheguei a uma nova comprensão do problema e assim a uma nova solução. A herança tóxica emocional da minha familia - a minha mãe e a minha avó também foram vítimas – foi o fator interno que colocou um homen violento na minha vida. O meu ex-parceiro foi vítima da violência doméstica da sua mãe e também da sua professora, o qual agravou a sua já triste situação. Nós dois carregávamos uma herança feita de traumas, um sentimento de inferioridade, falta de amor, convicções tóxicas que nos fizeram reproduzir a mesma expêriencia dos nossos pais e familiares. Portanto manifestamos uma relação tóxica.

Durante a minha carreira estudei e trabalhei na área do comportamento humano. Consegui dois master nos Estudos Latino-Americanos com orientação na literatura e na antropologia cultural. Ambos os estudos foram muito importantes para a minha comprensão do comportamento humano. Fiz pesquisa de campo no Peru sobre a violência política que afetou as mulheres índias e os seus filhos durante a guerra civil. Escutei os agressores para entender a suas razões. Trabalhei na Guatemala para um projeito de ajuda às crianças pobres. Eu trabalhei na Holanda no campo dos refugiados politicos e para a integração socio-cultural dos estrangeiros. O tema da violência e do comportamento não funcional foi recorrente neste trabalho, desempenhando um papel importante e destrutivo na vida das pessoas com as quais falei. Assim sendo, graças a minha expêriencia pessoal e aos meus estudos e trabalho, eu entendi a necessidade de uma nova mudança na forma como entendemos e tratamos a violência doméstica.


Sentidu, para um mundo melhor
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