Webinars - Active a confiança em si mesmo - Elena Perella, Sentidu Life Coach

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O novo ser humano



O novo ser humano é uma pessoa que entende, da valor ao seu corpo e o acha bonito e funcional;  é uma pessoa genuina que assume riscos para ser creativa e competente, e para mudar quando a situação o requer; é uma pessoa que se adapta ao que  é novo e diferente, guardando a parte positiva e ùtil do passado e descartando aquela que  não  é. Se adicionamos tudo isso junto, temos um ser humano que  é fisicamente e espiritualmente saudável, uma pessoa que sabe expresar sentimentos, que sabe amar e jogar, que  é genuina, creativa e produtiva. Alguém independente, que sabe amar intensamente, lutar honestamente e de maneira eficiente. Que sabe ser afetuoso mas também firme e que sabe a difereça entre estas duas qualidades e portanto sabe lutar decisivamente com sucesso, para conseguir o seus objetivos. Virginia Satir (titolo original Peoplemaking)



É possível tornar-se  um novo ser humano.

Dê a si mesmo uma chance, não se adapte às circunstâncias que não refletem o que você realmente é, mas se eleve e se torne o seu novo EU. Nós devemos a nós mesmos e aos nosso filhos uma vida melhor, mas antes de criar uma vida melhor, temos que nos tornar ser humanos melhores: livres de sofrimento inútil e desnecessário. Este sofrimento inútil è tóxico. Vem da herança tóxica emocional da nossa familia - a dor tóxica da criança interior, emoções, convicções e tendências tóxicas, conflitos internos e outros desequilibrios. Esta herança se manifesta através de um sofrimento que, ao contràrio do que nos fizeram acreditar, não nos torna mais fortes, mais saudáveis ou mais ricos, mas compromete a qualidade das nossas vidas, e frequentemente com consequencias permanentes.

Nós podemos acabar com este sofrimento nos tornando novas pessoas. E isto é tão fácil de fazer quando se sabe como. O novo ser humano já está  dentro de nós mesmos; é o quem somos realmente. E nós podemos ajudá-lo a florescer, aprendendo a nos amar verdadeiramente e cuidando de nós mesmos como si fossemos pais de nós mesmos. Como? Aprendendo a ver as coisas como realmente são. Então poderemos encontrar as estratégias certas para crescer e evoluir, e assim conquistar a nossa liberdade. Deste modo ajudaremos também nossos filhos a crescer e evoluir livremente.

Neste seminario, explicarei através de uma nova visão do comportamento, as razões do nosso comportamento e o que podemos fazer para mudar dinâmicas tóxicas, desenvolver atitudes saudáveis, e permitir que expêriencias construtivas entrem em nossas vidas. Compartilharei com vocês as minhas expêriencias pessoais de distúrbios alimentares e violência domástica. Mostrarei a vocês como aquelas situações foram manifestações da herança emocional tóxica da minha familia e o que vocês podem fazer para evitar que os seus filhos experimentem um sofrimento inútil e tóxico, como eu mesma vivei.


  • Duração : 2 horas




O poder das mulheres
por um mundo sem violência


Junte-se a mim e vamos a criar uma nova geração sem repetir os mesmos erros que nossos pais fizeram






Si nossos pais manifestam comportamentos não funcionais quando somos crianças, então somos vítimas. Mas ninguem nós obliga a ser vítimas toda a vida. Alguma coisa tem que acontecer para nos acordar. E quando acordamos é nossa a responsabilidade de sair do papel de vítima e nos tornar heróis. Kristen Brunello

 
O problema

Brasil: o Ligue 180 (Central de Atendimento à Mulher) com dados referentes ao período de janeiro a julho de 2018, registrou que os relatos de violência chegaram a 79.661, sendo os maiores números referentes à violência física (37.396) e violência psicológica (26.527). Entre os relatos de violência, 63.116 foram classificados como violência doméstica. (Fonte: https://www.mdh.gov.br/todas-as-noticias/2018/agosto/ligue-180-recebe-e-encaminha-denuncias-de-violencia-contra-as-mulheres)  

EUA: Quase 20 pessoas a cada minuto, são abusadas fisicamente pelo parceiro/a nos Estados Unidos. Isso significa mais de 10 milhões de mulheres e homens em um ano. (Fonte: NCADV)

Canadá: Em 2017 denuncias de violência informadas pela polícia canadense reportou que 59,236 crianças e jovens (de idade entre 17 e mais jovens) foram vitimas. Destes, 30% foram vitimas de violência de um membro da familia (Fonte: Family Violence in Canada: a statistical profile, 2017)  

Europa: A cada ano, nos 27 estados membros (excluida Croácia) da União Europeia, há aproximadamente 3,500 mortes por causa da violência pelo parceiro, segundo um estudo do programa europeu DAPHNE.  

Australia: Quase 1 entre 4 mulheres (23%) e 1 entre 6 homens (16%) experimentou abuso emocional pelo parceiro atual ou anterior, desde a idade de 15 anos (Fonte: www.abs.gov.au - Victims of Family and Domestic Violence Related Offences - 2017b)


As medidas que foram tomadas até hoje contra da violência doméstica não tem resolvido o problema. Leis, punições e ajuda ás vítimas e ambientes de educação saudáveis não tem sido suficientes para garantir um mundo sem violência. A razão é que aquelas medidas não enfrentam o problema na sua raiz.  

Nós temos que entender a violência doméstica de uma maneira mais ampla, e sobretudo, mais profunda, para poder conhecer a causa dos fatores internos que fazem com que uma pessoa se torne vítima ou agressor.


Grande Idéia

É sobre mulheres, o poder das mulheres de mudar a si mesmas, de mudar as suas crianças e o mundo ao redor delas!
E é sobre ajudar mulheres a entender o papel vital que desempenham.
 
 
Crianças pequenas, que [ ] são privadas dos cuidados e atenção contínuos de uma mãe ou mãe substituta, não são apenas temporariamente perturbadas por essa privação, mas podem, em alguns casos, sofrer efeitos a longo prazo que persistem.
Bowlby, J., Ainsworth, M., Boston,  M., and Rosenbluth, D. (1956). The effects of mother-child separation: A  follow-up study. British Journal of Medical Psychology, 29, 211-249.― John Bowlby, British psychiatrist, psychologist and psychoanalist  (1907-1990)

A violência doméstica tem consequências na saúde fisica e mental, no comportamento, nas relações e na saúde financeira. É um problema mundial que afeta a todos, diretamente ou indiretamente. As razões do comportamento não funcional, e assim da violência doméstica, não estão nas circunstancias nas quais uma pessoa vive, mas na ausência visible o não visible de amor que compromete a maneira na qual ele o ela experimenta á realidade interiormente. Frequentemente estas razões são inconcientes, e isto faz com que libertar-se delas através do trabalho consciente, no próprio sistema de crenças, seja muito dificil.


Violência não é apenas matar outro. Existe violência quando usamos uma palavra degradante, quando fazemos gestos para denegrir outra pessoa, quando obedecemos porque há medo. A violência é muito mais sutil, muito mais profunda.
Jiddu Krishnamurti (
Filósofo, palestrante e escritor indiano)

A solução pela violência doméstica é simples: aprender a se amar verdadeiramente,
porque uma pessoa que se ama não precisa sofrer e fazer sofrer os outros.

Cada pessoa leva dentro de si mesma uma herança tóxica emocional da própria familia: convicções e tendências tóxicas, traumas infatis, conflitos internos, emoções tóxicas. Tudo isso causa dinâmicas de comportamentos não funcionais. Reconhecendo o que temos herdado, podemos entender a conexão entre o passado e o presente. Então podemos agir para nos desintoxicar, mudar dinâmicas tóxicas e manifestar atitudes saudáveis.

A segurança familiar nos estágios iniciais é de um tipo dependente e forma uma base a partir da qual o indivíduo pode trabalhar gradualmente, formando novas habilidades e interesses em outros campos. Onde falta segurança familiar, o indivíduo é prejudicado pela falta do que pode ser chamado de base segura a partir da qual trabalhar. (Mary Salter Ainsworth, An Evaluation of Adjustment Based Upon the Concept of Security, p. 45) - Bron: Inge Bretherton, The Origins of Attachment Theory)

Mulheres são os fatores chave em quebrar padrões tóxicos. A gravidez é o momento no qual se forma a realidade da criança. Se a mulher tem problemas infantis não resolvidos, isto comprometerá a qualidade da vida da criança. É portanto, fundamental que a mulher antes ou durante a gravidez, se liberte da herança tóxica emocional da sua familia e aprenda a se amar verdadeiramente.

Para mães com dificuldades na criação dos filhos, uma entrevista semanal na qual seus problemas são abordados analiticamente e rastreados até a infância às vezes tem sido notavelmente eficaz. Depois de ter sido ajudada a reconhecer e recuperar os sentimentos que ela mesma teve quando criança e a descobrir que são aceitos com tolerância e compreensão, a mãe se tornará cada vez mais compreensiva e tolerante com as mesmas coisas em seu filho. (Bowlby, 1940, p. 23)


O plano

Eu ajudarei as mulheres durante os meus seminarios, de modo que elas procurem os instrumentos certos para se libertar da herança tóxica emocional da suas familias, e lhes ensinarei uma nova compreensão do amor. Através de uma nova visão do comportamento, podemos trabalhar juntos para criar uma realidade saudável para nós e as nossas crianças.

Eu quero oferecer os meus seminarios a uma audiência quanto mais ampla possível. De comunidades a organizações, de emprêsas a escolas e universidades, eu gostaria de compartilhar com eles a minha expêriencia e conhecimento para criar juntos, um mundo melhor. Si você acha que o meu seminario possa interesar ás pessoas na sua organização, o sues colegas ou os seus alunos, entre em contato conmigo.

O meu projeito tem um impacto positivo por três razões:

  • Ele aborda a causa real do problema
  • Ajuda as pessoas a ver as coisas como realmente são e restaura uma comunicação saudável interna na pessoa e dela com o mundo externo.
  • Trabalha na prevenção: dá a solução na realidade interna da mulher, ajundando-a resolver os seus problemas infantis, libertando-a da herança tóxica emocional da sua familia, e a ensinando a amar a si mesma.

Os estilos parentais podem ser vistos como conjuntos de atitudes, objetivos e padrões de práticas parentais que afetam os resultados para crianças e adolescentes (pg 59). Abnormal Child and Adolescent Psychology with DSM-V Updates, 2015


Porque você teria que escutar-me?

Minha experiência neste campo vem tanto da experiência pessoal como de uma extensa pesquisa. Eu foi vítima da violência doméstica e tendo isto como exemplo, cheguei a uma nova comprensão do problema e assim a uma nova solução. A herança tóxica emocional da minha familia - a minha mãe e a minha avó também foram vítimas – foi o fator interno que colocou um homen violento na minha vida. O meu ex-parceiro foi vítima da violência doméstica da sua mãe e também da sua professora, o qual agravou a sua já triste situação. Nós dois carregávamos uma herança feita de traumas, um sentimento de inferioridade, falta de amor, convicções tóxicas que nos fizeram reproduzir a mesma expêriencia dos nossos pais e familiares. Portanto manifestamos uma relação tóxica.

Durante a minha carreira estudei e trabalhei na área do comportamento humano. Consegui dois master nos Estudos Latino-Americanos com orientação na literatura e na antropologia cultural. Ambos os estudos foram muito importantes para a minha comprensão do comportamento humano. Fiz pesquisa de campo no Peru sobre a violência política que afetou as mulheres índias e os seus filhos durante a guerra civil. Escutei os agressores para entender a suas razões. Trabalhei na Guatemala para um projeito de ajuda às crianças pobres. Eu trabalhei na Holanda no campo dos refugiados politicos e para a integração socio-cultural dos estrangeiros. O tema da violência e do comportamento não funcional foi recorrente neste trabalho, desempenhando um papel importante e destrutivo na vida das pessoas com as quais falei. Assim sendo, graças a minha expêriencia pessoal e aos meus estudos e trabalho, eu entendi a necessidade de uma nova mudança na forma como entendemos e tratamos a violência doméstica.

Eu estava procurando alguém para me inspirar, me motivar, me apoiar, me manter focada. Alguém que me amasse, me apreciasse, me fizesse feliz e, ao fim, percebi que estava procurando por mi mesma. Emma Watson (British actrice)


  • Duração : 2 horas

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