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O novo ser humano



O novo ser humano é uma pessoa que entende, dá valor ao seu corpo e o acha bonito e funcional; é uma pessoa genuína que assume riscos para ser creativa e competente, e para mudar quando a situação o requer; é uma pessoa que se adapta ao que é novo e diferente, guardando a parte positiva e útil do passado e descartando aquela que não o é. Se juntamos tudo isso, temos um ser humano que é física e espiritualmente saudável, uma pessoa que sabe expresar sentimentos, que sabe amar e jogar, que é genuína, criativa e produtiva. Alguém independente, que sabe amar com intensidade, lutar honestamente e com eficiéncia. Que sabe ser afetuoso, mas também firme, e que sabe a diferença entre estas duas qualidades e portanto sabe lutar decisivamente com sucesso, para conseguir seus objetivos. Virginia Satir (título original Peoplemaking)



É possível tornar-se um novo ser humano.

Dê a si mesmo uma chance, não se adapte às circunstâncias que não refletem o que você realmente é, mas se eleve e se torne o seu novo "eu". Nós devemos a nós mesmos e aos nosso filhos uma vida melhor, mas antes de criar uma vida melhor, temos que nos tornar seres humanos melhores: livres de sofrimento inútil e desnecessário. Este sofrimento inútil é tóxico. Vem da herança tóxica emocional da nossa familia - a dor tóxica da criança interior, emoções, convicções e tendências tóxicas, conflitos internos e outros desequilíbrios. Esta herança se manifesta através de um sofrimento que, ao contrário do que nos fizeram acreditar, não nos torna mais fortes, mais saudáveis ou mais ricos, mas compromete a qualidade das nossas vidas, e frequentemente com consequências permanentes.

Nós podemos acabar com este sofrimento nos tornando novas pessoas. E isto é tão fácil de fazer quando se sabe como. O novo ser humano já está  dentro de nós mesmos; é quem somos realmente. E nós podemos ajudá-lo a florescer, aprendendo a nos amar verdadeiramente e cuidando de nós mesmos como si fôssemos nossos próprios pais. Como? Aprendendo a ver as coisas como realmente são. Então poderemos encontrar as estratégias certas para crescer e evoluir, e assim conquistar a nossa liberdade. Deste modo ajudaremos também nossos filhos a crescer e evoluir livremente.

Neste evento, explicarei, através de uma nova visão do comportamento, as razões do nosso comportamento e o que podemos fazer para mudar dinâmicas tóxicas, desenvolver atitudes saudáveis e permitir que expêriencias construtivas entrem em nossas vidas. Compartilharei com vocês as minhas expêriencias pessoais de distúrbios alimentares e violência doméstica. Mostrarei a vocês como aquelas situações foram manifestações da herança emocional tóxica da minha familia e o que vocês podem fazer para evitar que os seus filhos experimentem um sofrimento inútil e tóxico, como eu mesma vivi.


  • Duração: 2 horas




O poder das mulheres
para um mundo sem violência


Junte-se a mim e vamos criar uma nova geração sem repetir os mesmos erros que nossos pais cometeram






Se nossos pais manifestam comportamentos não funcionais quando somos crianças, então somos vítimas. Mas ninguem nos obriga a ser vítimas toda a vida. Alguma coisa precisa acontecer para que acordemos. E quando acordamos é nossa a responsabilidade de sair do papel de vítima e nos tornar heróis. Kristen Brunello

 
O problema

Brasil: o "Ligue 180" (Central de Atendimento à Mulher), com dados referentes ao período de janeiro a julho de 2018, registrou que os relatos de violência chegaram a 79.661, sendo os maiores números referentes à violência física (37.396) e à violência psicológica (26.527). Entre os relatos de violência, 63.116 foram classificados como violência doméstica. (Fonte: https://www.mdh.gov.br/todas-as-noticias/2018/agosto/ligue-180-recebe-e-encaminha-denuncias-de-violencia-contra-as-mulheres)  

EUA: Quase 20 pessoas a cada minuto são abusadas físicamente pelo parceiro/a nos Estados Unidos. Isso significa mais de 10 milhões de mulheres e homens em um ano. (Fonte: NCADV)

Canadá: Em 2017, houve 59.236 denúncias reportadas à polícia canadense de violência contra crianças e jovens (com idade de até 17 anos). Destes, 30% foram vítimas de violência de um membro da família (Fonte: Family Violence in Canada: a statistical profile, 2017)  

Europa: A cada ano, nos 27 estados membros (excluída a Croácia) da União Europeia, há aproximadamente 3.500 mortes por causa da violência pelo parceiro, segundo um estudo do programa europeu DAPHNE.  

Australia: Quase 1 entre 4 mulheres (23%) e 1 entre 6 homens (16%) experimentou abuso emocional pelo parceiro atual ou anterior, desde a idade de 15 anos (Fonte: www.abs.gov.au - Victims of Family and Domestic Violence Related Offences - 2017b)


As medidas que foram tomadas até hoje contra a violência doméstica não resolveram o problema. Leis, punições, ajuda às vítimas e ambientes de educação saudáveis não têm sido suficientes para garantir um mundo sem violência. A razão é que aquelas medidas não enfrentam a raiz do problema.  

Nós temos que entender a violência doméstica de uma maneira mais ampla e, sobretudo, mais profunda, para podermos conhecer a causa dos fatores internos que fazem com que uma pessoa se torne vítima ou agressora.

Violência não é apenas matar alguém. Existe violência quando usamos uma palavra degradante, quando fazemos gestos para denegrir outra pessoa, quando obedecemos porque há medo. A violência é muito mais sutil, muito mais profunda.
Jiddu Krishnamurti (Filósofo, palestrante e escritor indiano)


Grande Ideia

É sobre mulheres, o poder das mulheres de mudar a si mesmas, de mudar seus filhos e o mundo ao seu redor!
E é sobre ajudar as mulheres a entenderem o papel vital que desempenham.
 
“A exposição das mulheres grávidas a estresse crônico afeta o desenvolvimento do feto, […]. Além do estresse, emoções negativas persistentes durante a gravidez, como ansiedade, depressão e raiva, também exercem influência no feto e, mais tarde, no desenvolvimento da criança.” (Araki, M., Nishitani, S., Shinohara, K. et al. Fetal response to induced maternal emotions. J Physiol Sci 60, 213–220, 2010, The Journal of Physiological Sciences).
 
Crianças pequenas que [...] são privadas dos cuidados e atenção contínuos da mãe ou de uma mãe substituta não são apenas temporariamente perturbadas por essa privação, mas podem, em alguns casos, sofrer efeitos persistentem a longo prazo.
Bowlby, J., Ainsworth, M., Boston,  M., and Rosenbluth, D. (1956). The effects of mother-child separation: A  follow-up study. British Journal of Medical Psychology, 29, 211-249.― John Bowlby, British psychiatrist, psychologist and psychoanalist  (1907-1990)

A violência doméstica tem consequências na saúde fisica e mental, no comportamento, nas relações e na saúde financeira. É um problema mundial que afeta a todos, direta ou indiretamente. As razões do comportamento não funcional, e pertanto da violência doméstica, não residem nas circunstancias nas quais uma pessoa vive, mas na ausência visível ou não visível de amor que compromete a maneira pela qual ela experimenta a realidade interiormente. Frequentemente estas razões são inconscientes, e isto faz com que libertar-se delas através do trabalho consciente, no próprio sistema de crenças, seja muito dificil.

“Fetos de mães que manifestam elevados níveis de depressão, ansiedade e estresse pesam menos e são menores do que a média na metade da gestação, segundo um estudo recente da University of Miami School of Medicine. O psicobiólogo Miguel Diego e seus colegas descobriram que o hormônio cortisol parece ser um dos potenciais mecanismos de transmissão do estresse da mãe ao feto. 'A ansiedade maternal vem acompanhada de mudanças bioquímicas, como um elevado nível de cortisol, que pode afetar direta ou indiretamente o feto'. (Diego, 2006).” (Psychobiologist Miguel Diego and colleagues, study from the University of Miami School of Medicine, 2006).

A solução para a violência doméstica é simples: aprender a se amar verdadeiramente,
porque uma pessoa que se ama não precisa sofrer nem fazer os outros sofrerem.

Cada pessoa leva dentro de si mesma uma herança tóxica emocional da própria familia: convicções e tendências tóxicas, traumas infantis, conflitos internos, emoções tóxicas. Tudo isso causa dinâmicas de comportamentos não funcionais. Reconhecendo o que herdamos, podemos entender a conexão entre o passado e o presente. Então podemos agir para nos desintoxicar, mudar dinâmicas tóxicas e manifestar atitudes saudáveis.

A segurança familiar nos estágios iniciais é de natureza dependente e forma uma base a partir da qual o indivíduo pode trabalhar gradualmente, formando novas habilidades e interesses em outros campos. Onde falta segurança familiar, o indivíduo é prejudicado pela falta do que pode ser chamado de base segura a partir da qual se deve trabalhar. (Mary Salter Ainsworth, An Evaluation of Adjustment Based Upon the Concept of Security, p. 45) - Bron: Inge Bretherton, The Origins of Attachment Theory)

Mulheres são os fatores chave em quebrar padrões tóxicos. A gravidez é o momento no qual se forma a realidade da criança. Se a mulher tem problemas de infância não resolvidos, isto comprometerá a qualidade de vida da criança. É, portanto, fundamental que a mulher, antes ou durante a gravidez, se liberte da herança tóxica emocional da sua familia e aprenda a se amar verdadeiramente.

Para mães com dificuldades na criação dos filhos, uma entrevista semanal na qual seus problemas são abordados analiticamente e rastreados até a infância tem sido frequentemente muito eficaz. Depois de ter sido ajudada a reconhecer e recuperar os sentimentos que ela mesma teve quando criança e a descobrir que são aceitos com tolerância e compreensão, a mãe se tornará cada vez mais compreensiva e tolerante com as mesmas coisas em seu filho. (Bowlby, 1940, p. 23)


O plano

Eu ajudarei as mulheres durante os meus seminários, a procurar os instrumentos certos para se libertarem da herança tóxica emocional de suas familias, e lhes ensinarei uma nova compreensão do amor. Através de uma nova visão do comportamento, podemos trabalhar juntos para criar uma realidade saudável para nós e as nossas crianças.

Quero oferecer os meus seminários a uma audiência o mais ampla possível. Organizações comunitárias, emprêsas, escolas e universidades, eu gostaria de compartilhar com vocês a minha expêriencia e conhecimento para criarmos juntos um mundo melhor. Se vocês acreditam que o meu seminário possa interesar as pessoas na sua organização, a seus colegas ou a seus alunos, entrem em contato comigo.

Por que funciona?

O meu modelo funciona por três simples razões:

  • Aborda a causa real do problema
  • Ajuda as pessoas a ver as coisas como realmente são e restaura uma comunicação saudável cisigo mesma e com o mundo externo.
  • Trabalha na prevenção, uma vez que possibilita a solução no mais íntimo da realidade interior da mulher, ajudando-a resolver seus problemas de infância, libertando-a da herança tóxica emocional da sua familia, e ensinando-a a amar a si mesma.

Os estilos parentais podem ser vistos como conjuntos de atitudes, objetivos e padrões de práticas que afetam os resultados das crianças e adolescentes (pg 59). Abnormal Child and Adolescent Psychology with DSM-V Updates, 2015


Por que você deve me escutar?

Minha experiência neste campo vem tanto da experiência pessoal como de uma extensa pesquisa. Eu fui vítima da violência doméstica e, tendo enfrentado a situação, cheguei a uma nova comprensão do problema e assim a uma nova solução. A herança tóxica emocional da minha familia - a minha mãe e a minha avó também foram vítimas – foi o fator interno que colocou um homem violento na minha vida. O meu ex-parceiro foi vítima de uma mãe e de uma professora violentas, o que agravou a sua já triste situação. Nós dois carregávamos uma herança feita de traumas, um sentimento de inferioridade, falta de amor, e convicções tóxicas que nos fizeram reproduzir a mesma expêriencia dos nossos pais e familiares. Em consequência desenvolvemoss uma relação tóxica.

Durante a minha carreira estudei e trabalhei na área do comportamento humano. Consegui dois maestrados em Estudos Latino-Americanos com orientação na literatura e na antropologia cultural. Ambos os estudos foram muito importantes para a minha comprensão do comportamento humano. Fiz pesquisa de campo no Peru sobre a violência política que afetou as mulheres índias e os seus filhos durante a guerra civil. Escutei os agressores para entender suas razões. Trabalhei na Guatemala em um projeto de ajuda às crianças pobres. Trabalhei na Holanda com refugiados politicos e com a integração socio-cultural dos estrangeiros. O tema da violência e do comportamento não funcional foi recorrente neste trabalho, desempenhando um papel importante e destrutivo na vida das pessoas com as quais falei. Assim sendo, graças a minha expêriencia pessoal e aos meus estudos e trabalho, eu entendi a necessidade de uma mudança na forma como entendemos e tratamos a violência doméstica.

Eu estava procurando alguém para me inspirar, me motivar, me apoiar, me manter focada. Alguém que me amasse, me apreciasse, me fizesse feliz e, por fim, percebi que estava procurando por mi mesma. Emma Watson (British actrice)


  • Duração: 2 horas

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